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  • 28 de jun.
  • 2 min de leitura

Meus oito dias de férias acabaram na segunda-feira, dia 22.

Aproveitei-os com calma, como realmente acredito que deveriam ser as férias de qualquer pessoa.


Foi ótimo, a começar pelo fato de eu não precisar fazer nenhuma reunião por chamada de vídeo. A Gabi ficou mais feliz do que eu com esse fato, haha.


Acordei mais ou menos no mesmo horário de sempre e dormi mais ou menos no mesmo horário de sempre. Meu relógio biológico é preciso. Em alguns dias, levantei um pouco mais cedo apenas para levar a Lolla à Fazendinha Pet, o que foi um desafio considerável, especialmente levando em conta o frio que fez nesses dias.


Aqui estou eu com a Lolla em frente à Fazendinha Pet. A Lolla está de roupinha justamente por conta do frio. Isso foi numa quarta-feira, às 7h56 da manhã.



Obviamente, aproveitei esses dias de férias para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Preciso dizer o quanto isso foi bom? Esse meme abaixo, que vi no Instagram, resume um pouco como isso realmente foi:


Também aproveitei esses dias para me abastecer criativamente, lendo, assistindo e buscando mais sobre pessoas, livros e tudo que há de interessante por aí.


Comecei e terminei de ler Do Interesting: Notice. Collect. Share., de Russell Davies. Adorei! É um livro que não só inspira, como também dá vontade de colocar as ideias em prática. Enquanto lia, comecei a experimentar vários dos exercícios sugeridos pelo autor. Provavelmente, em breve, devo compartilhar algo sobre isso.


Entre um jogo da Copa e outro, segui lendo Proclamem nas montanhas, de James Baldwin.


Assisti a uma apresentação muito boa da Zoe Scaman no YouTube. Zoe é uma das pessoas mais interessantes que tenho acompanhado. Ela escreve sobre inúmeros assuntos em seu Substack, Musings Of A Wandering Mind.


Além disso, aproveitei para trocar figurinhas da Copa. A Gabi foi comigo e conduziu toda a logística. Ela é muito boa na organização. Eu já sou melhor em colar as figurinhas no álbum. Trocamos muitas figurinhas. Muitas mesmo. Aliás, hoje completamos nosso álbum.


Aproveitei esses dias para comprar uma poltrona de leitura. Na verdade, Gabi e eu saímos à procura de uma. Estávamos sentindo falta de ter um lugar confortável para ler. Escolhemos a poltrona costela, com braço e puff. Segundo este artigo da Vogue, a poltrona costela foi criada pelo arquiteto e designer austríaco Martin Eisler. Este outro artigo da Architectural Digest afirma que a cadeira costela, de Martin Eisler, tornou-se um ícone do modernismo brasileiro. Veja só que chique.



Ficar sentado nessa poltrona para ler será uma vibe que iremos cultivar.

  • 28 de fev.
  • 2 min de leitura

Gabi e eu voltamos da viagem à praia na quinta-feira, dia 19. Viajar é bom, mas, vamos ser honestos, voltar para casa tem o seu valor. A sensação de conforto e familiaridade de estar na nossa própria casa é algo difícil de explicar.


Pensando bem, talvez nem seja tão difícil assim. O que sentimos é amor pela nossa casa, embora a palavra “amor” possa soar um pouco exagerada, eu sei. Mas pense no amor não como aquele retratado nos filmes românticos. Ele tem mais a ver com o sentimento que a nossa casa nos proporciona. Para mim, esse sentimento é de conforto e familiaridade.


Em um artigo para o The Atlantic, Arthur C. Brooks disse: “Existe uma palavra para o amor por um lugar: topofilia.” Essa palavra, mais especificamente esse conceito, foi popularizada pelo geógrafo Yi-Fu Tuan. O conceito de topofilia define a conexão entre pessoas e o ambiente. “Em outras palavras, são os sentimentos calorosos que um lugar nos proporciona. É uma experiência vívida, emocional e pessoal, que leva a afeições inexplicáveis”, escreveu Arthur C. Brooks.


Tudo isso me fez lembrar da música Sense of Home, do cantor e compositor Harrison Storm. Não exatamente pela letra, mas pela vibe, ou seja, pelo sentimento que ela desperta em mim quando a escuto.



A versão em piano de Sense of Home é tão boa quanto a versão original.



Nossa viagem à praia, no feriado de Carnaval, foi ótima, com apenas uma única exceção: a cama da casa que alugamos pelo Airbnb era horrível. Quando digo horrível, quero dizer que parecia que você estava deitado no chão, de tão dura que era. Tivemos que fazer uma gambiarra federal. Colocamos várias cobertas por baixo do pillow top que, por incrível que pareça, a cama já tinha, ou seja, um sinal de que ela realmente não era boa. Nossa estratégia melhorou bastante a situação, mas, ainda assim, dormir nessa cama foi uma experiência bem ruim.


É por essas e por outras que é bom estar em casa. Quando deitei na minha cama, na quinta-feira à noite, e abracei um dos meus travesseiros, pude sentir o quão bom é estar de volta aqui.


Assim como é diferente assistir a um filme no cinema e assistir a um filme em casa, também é diferente dormir em casa e dormir fora dela. Embora, tanto no cinema quanto em casa, seja possível ter uma experiência satisfatória ao assistir a um filme.


Dormir fora de casa, na maioria das vezes, é estranho.


Outro bom motivo para estar em casa novamente foi rever a Lolla. Ela havia ficado hospedada na Fazendinha Pet durante o período do Carnaval. Fomos buscá-la no mesmo dia em que chegamos. Você precisava ver a festa que ela fez quando nos viu no hall de entrada da Fazendinha. Infelizmente, não tiramos nenhuma foto dela naquele momento.


Agora o Carnaval acabou, a semana pós-Carnaval acabou, e a vida continua. Que o mês de março e todos os que vierem depois sejam bons para todos nós.



  • 12 de fev.
  • 2 min de leitura

No início deste ano de 2026, mais precisamente no dia 6 de janeiro, Gabi e eu levamos a Lolla, nosso “cão peluuudo”, como a chamamos frequentemente aqui em casa, à Fazendinha Pet, um espaço que funciona como creche e hotel para cães. Levamos ela no turno da manhã, bem cedo, para que ela pudesse fazer sua adaptação. Enquanto nos deslocávamos, notamos que ela estava toda desconfiada, como se pensasse: “para onde vocês estão me levando, hein?”.

Algumas horas depois de a deixarmos para seu primeiro dia na Fazendinha Pet, recebi esta mensagem no meu WhatsApp:



Sim, o nosso “cãozinho peluuudo” estava se dando muito bem.


No início da tarde, fomos buscá-la. Ao chegarmos ao local, recebemos a informação de que havia ocorrido tudo bem. Ela havia se adaptado e estava pronta para ficar mais vezes, caso fosse do nosso interesse.


Abaixo está um vídeo maravilhoso que a Fazendinha Pet publicou nos stories do Instagram e que eu repostei nos meus stories:


Lolla é uma cachorra dócil e amorosa. Aqui em casa, ela adora brincar de pegar a bolinha, o ossinho de pano e até a coberta da cama. Sempre que possível, brincamos com ela para que ela gaste energia. Na maioria das vezes, ela é sociável com outros cães, como você pode ver no vídeo.


De maneira geral, nós adoramos a Fazendinha Pet, e a Lolla, ao que tudo indica, também. Fechamos um pacote em janeiro para deixá-la em meio turno, duas vezes por semana. Assim, ela consegue manter uma rotina de socialização com outros cãezinhos e não fica apenas dentro do apartamento ou restrita aos passeios que fazemos com ela na rua.


Percebemos que os passeios na rua não eram suficientes para ela, pois precisamos mantê-la na guia, quando, na verdade, tudo o que ela queria era poder correr livremente.

No segundo dia da Lolla na Fazendinha Pet, ela já apareceu no feed da Fazendinha no Instagram.





É impossível não gostar desse cãozinho peluuudo.





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