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  • 28 de fev.
  • 2 min de leitura

Gabi e eu voltamos da viagem à praia na quinta-feira, dia 19. Viajar é bom, mas, vamos ser honestos, voltar para casa tem o seu valor. A sensação de conforto e familiaridade de estar na nossa própria casa é algo difícil de explicar.


Pensando bem, talvez nem seja tão difícil assim. O que sentimos é amor pela nossa casa, embora a palavra “amor” possa soar um pouco exagerada, eu sei. Mas pense no amor não como aquele retratado nos filmes românticos. Ele tem mais a ver com o sentimento que a nossa casa nos proporciona. Para mim, esse sentimento é de conforto e familiaridade.


Em um artigo para o The Atlantic, Arthur C. Brooks disse: “Existe uma palavra para o amor por um lugar: topofilia.” Essa palavra, mais especificamente esse conceito, foi popularizada pelo geógrafo Yi-Fu Tuan. O conceito de topofilia define a conexão entre pessoas e o ambiente. “Em outras palavras, são os sentimentos calorosos que um lugar nos proporciona. É uma experiência vívida, emocional e pessoal, que leva a afeições inexplicáveis”, escreveu Arthur C. Brooks.


Tudo isso me fez lembrar da música Sense of Home, do cantor e compositor Harrison Storm. Não exatamente pela letra, mas pela vibe, ou seja, pelo sentimento que ela desperta em mim quando a escuto.



A versão em piano de Sense of Home é tão boa quanto a versão original.



Nossa viagem à praia, no feriado de Carnaval, foi ótima, com apenas uma única exceção: a cama da casa que alugamos pelo Airbnb era horrível. Quando digo horrível, quero dizer que parecia que você estava deitado no chão, de tão dura que era. Tivemos que fazer uma gambiarra federal. Colocamos várias cobertas por baixo do pillow top que, por incrível que pareça, a cama já tinha, ou seja, um sinal de que ela realmente não era boa. Nossa estratégia melhorou bastante a situação, mas, ainda assim, dormir nessa cama foi uma experiência bem ruim.


É por essas e por outras que é bom estar em casa. Quando deitei na minha cama, na quinta-feira à noite, e abracei um dos meus travesseiros, pude sentir o quão bom é estar de volta aqui.


Assim como é diferente assistir a um filme no cinema e assistir a um filme em casa, também é diferente dormir em casa e dormir fora dela. Embora, tanto no cinema quanto em casa, seja possível ter uma experiência satisfatória ao assistir a um filme.


Dormir fora de casa, na maioria das vezes, é estranho.


Outro bom motivo para estar em casa novamente foi rever a Lolla. Ela havia ficado hospedada na Fazendinha Pet durante o período do Carnaval. Fomos buscá-la no mesmo dia em que chegamos. Você precisava ver a festa que ela fez quando nos viu no hall de entrada da Fazendinha. Infelizmente, não tiramos nenhuma foto dela naquele momento.


Agora o Carnaval acabou, a semana pós-Carnaval acabou, e a vida continua. Que o mês de março e todos os que vierem depois sejam bons para todos nós.



Ontem, conheci a Praia da Cachoeira do Bom Jesus, em Santa Catarina. Minha namorada comentou que costumava veranear com a família nessa praia.


O mar da Cachoeira do Bom Jesus.
O mar da Cachoeira do Bom Jesus.

O mar estava ótimo. O dia estava nublado, mas, mesmo assim, fez um calorão, a ponto de que, mesmo passando protetor solar, queimei um pouco os ombros e as costas. Provavelmente, quando entrei no mar, perdi parte do protetor solar.


A praia da Cachoeira do Bom Jesus é calma, tanto no que diz respeito à sua própria natureza quanto ao perfil de quem a frequenta. O mar não tem grandes ondas. Isso significa que, se você for surfista, essa praia não é ideal para você. Mas, se tudo o que você busca é um pouco de sossego no Carnaval, ela é uma ótima opção. Pelo que observei hoje, a praia é frequentada principalmente por famílias com filhos.


Meu irmão e eu fomos jogar altinha. Alguns minutos depois, duas crianças pediram para jogar conosco. Em seguida, outro cara apareceu e começou a jogar também. Jogamos até alguém chutar a bola, sem querer, em uma família que estava ali perto. Pedimos desculpas e, logo em seguida, paramos de jogar.


Comemos frango a passarinho, batata frita e milho verde. Bebemos algumas caipirinhas.


Milho no potinho descartável.
Milho no potinho descartável.

Eu nunca tinha comido milho verde em um potinho descartável até ontem; sempre comia direto na espiga. Embora seja menos raiz, é mais prático, de fato.


Aproveitamos.

Foi um ótimo dia.

  • 12 de fev.
  • 2 min de leitura

No início deste ano de 2026, mais precisamente no dia 6 de janeiro, Gabi e eu levamos a Lolla, nosso “cão peluuudo”, como a chamamos frequentemente aqui em casa, à Fazendinha Pet, um espaço que funciona como creche e hotel para cães. Levamos ela no turno da manhã, bem cedo, para que ela pudesse fazer sua adaptação. Enquanto nos deslocávamos, notamos que ela estava toda desconfiada, como se pensasse: “para onde vocês estão me levando, hein?”.

Algumas horas depois de a deixarmos para seu primeiro dia na Fazendinha Pet, recebi esta mensagem no meu WhatsApp:



Sim, o nosso “cãozinho peluuudo” estava se dando muito bem.


No início da tarde, fomos buscá-la. Ao chegarmos ao local, recebemos a informação de que havia ocorrido tudo bem. Ela havia se adaptado e estava pronta para ficar mais vezes, caso fosse do nosso interesse.


Abaixo está um vídeo maravilhoso que a Fazendinha Pet publicou nos stories do Instagram e que eu repostei nos meus stories:


Lolla é uma cachorra dócil e amorosa. Aqui em casa, ela adora brincar de pegar a bolinha, o ossinho de pano e até a coberta da cama. Sempre que possível, brincamos com ela para que ela gaste energia. Na maioria das vezes, ela é sociável com outros cães, como você pode ver no vídeo.


De maneira geral, nós adoramos a Fazendinha Pet, e a Lolla, ao que tudo indica, também. Fechamos um pacote em janeiro para deixá-la em meio turno, duas vezes por semana. Assim, ela consegue manter uma rotina de socialização com outros cãezinhos e não fica apenas dentro do apartamento ou restrita aos passeios que fazemos com ela na rua.


Percebemos que os passeios na rua não eram suficientes para ela, pois precisamos mantê-la na guia, quando, na verdade, tudo o que ela queria era poder correr livremente.

No segundo dia da Lolla na Fazendinha Pet, ela já apareceu no feed da Fazendinha no Instagram.





É impossível não gostar desse cãozinho peluuudo.





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