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  • 1 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Dei risada desse tweet do @shauseth:

Crédito do tweet: @shauseth
Crédito do tweet: @shauseth

Alguém poderia me explicar o que a Apple está fazendo agora com esse tal de Genmoji?


Bem, para começar, descobri que eles lançaram um filme no final do ano passado com o conceito “Imagine it. Genmoji it” e uma música extremamente grudenta. O The Ad Professor escreveu um tweet dizendo que o filme foi feito usando o princípio de Sticky Songs/Ideas, cujo objetivo é realmente fazer o anúncio ficar na cabeça das pessoas. Além disso, o filme mostra uma variedade de Genmojis que os usuários podem criar.

Cheyenne MacDonald explica que o Genmoji nada mais é do que um novo tipo de emoji gerado por IA. Esse recurso está integrado ao Apple Intelligence.


Sei lá, não sei se era bem isso que eu estava esperando, confesso.

Sinto como se agora todas as marcas precisassem fazer algo com IA, até porque esse é um dos assuntos do momento. Você quis dizer DeepSeek? É claro que não estou dizendo que a Apple não devesse investir em IA. Na verdade, acho incrível que eles estejam fazendo algo. A Apple sempre tende a nos surpreender. Porém, o Genmoji, pelo menos nesse primeiro momento, não me agradou muito, não. E não só a mim, é claro. Pelo que li no Reddit, algumas pessoas acharam legal e divertido, enquanto outras o consideraram meio bobinho, sem muita utilidade e até mesmo malfeito, com algumas falhas evidentes.


É normal que coisas novas tenham falhas no início. Provavelmente, esse recurso ficará melhor do que está agora.

Ao mesmo tempo, é importante deixar claro que o Apple Intelligence vai muito além do Genmoji. Por exemplo, achei bastante interessantes as ferramentas de escrita (Writing Tools), que parecem muito mais úteis no dia a dia — pelo menos para mim, que gosto de escrever e uso palavras para pensar.


De toda forma, não podemos negar que a campanha para promover o Genmoji, embora não pareça alinhada com o tom mais inspiracional e a visão de desafiar o status quo que a Apple promovia mais fortemente quando começou, está claramente chamando a atenção das pessoas.

É impossível ver esse OOH e não se perguntar: o que exatamente é isso?

Crédito da imagem: @AndrewYatzkan
Crédito da imagem: @AndrewYatzkan

Eles ainda estão pensando diferente.

Eles ainda estão nos fazendo pensar diferente.


Não use apenas emojis. Agora, você pode usar os Genmojis, criando-os do seu próprio jeito.

  • 30 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

Instalei o aplicativo do DeepSeek no meu celular anteontem à noite. Não me lembro se foi antes ou depois de assistir à eliminação do Edi e da Raissa no BBB 25, mas foi por volta desse momento. Bem, eu testei o aplicativo e percebi que sua interface e funcionamento são muito semelhantes aos do ChatGPT, o que já era esperado.

Sobre o nome “DeepSeek”, achei particularmente bom, e o logo também me agradou — e não só a mim. Rory Sutherland disse, em um tweet, estar impressionado com o DeepSeek e que eles possuem um logo adequado para começar.


O próprio Sam Altman, CEO da OpenAI, também elogiou o DeepSeek, dizendo que o modelo R1 é impressionante, especialmente pelo que conseguem oferecer pelo preço. Ele também afirmou estar animado por ter um novo concorrente, destacando que é algo revigorante, mas ressaltou que, obviamente, a OpenAI entregará modelos muito melhores em breve.


Parece que uma grande batalha foi anunciada.

Crédito da imagem: @wallstreetoasis
Crédito da imagem: @wallstreetoasis

Meu colega e amigo Vini Marques, que, embora tenha o mesmo sobrenome que eu, não é meu parente — pelo menos até onde sabemos —, me enviou um meme muito divertido sobre esse assunto. Veja abaixo:


Crédito da imagem: @saadia___m. Tweet by @tekbog
Crédito da imagem: @saadia___m. Tweet by @tekbog

É, ChatGPT, parece que o jogo virou, não é mesmo?


Brincadeiras à parte, tudo ainda é muito novo para se chegar a grandes conclusões. O que vimos, como disse JP Castlin, foi “o mercado de ações dos EUA entrando em parafuso”. A Nvidia perdeu US$ 600 bilhões em valor de mercado em um único dia. A Broadcom caiu 17,4%, a Oracle 14%, a Super Micro Computer 12,62% e a Micron Technology 12%. Além disso, a Vistra e a Constellation Energy sofreram quedas ainda mais expressivas, caindo mais de 20% cada.

Seguiremos acompanhando o desenrolar dessa batalha e experimentando as novas ferramentas que estão surgindo, especialmente considerando o impacto da inteligência artificial nos negócios e seu potencial como aliada, permitindo que façamos mais em menos tempo.

  • 28 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

Há alguns dias, estive em uma reunião com um novo cliente. Foi uma reunião muito boa, especialmente para ouvir sobre os desafios que eles vêm enfrentando. Após todos se apresentarem, nosso CEO pediu licença para projetar na TV uma apresentação sobre a agência. Porém, após alguns minutos de apresentação, um dos diretores que faz parte do time do cliente educadamente interrompeu a fala do nosso CEO e começou a falar sobre os principais desafios que eles vêm enfrentando, na visão dele. Enquanto isso, seus colegas frequentemente complementavam com outros pontos. Foi ótimo, porque estávamos lá para isso: ouvi-los, entender como podemos ajudá-los e, principalmente, definir por onde devemos começar. Adorei quando um dos diretores disse, não exatamente nessas palavras, o seguinte: “Vocês precisam ser criativos, usar a criatividade para nos ajudar. Precisamos nos diferenciar no mercado.”. Senti que ele e seus colegas estavam animados por terem uma agência para ajudá-los este ano. Nem preciso dizer que esse sentimento me deixou animado também — embora, na verdade, eu já esteja dizendo isso agora.


Acho que o valor de uma agência está na sua capacidade de agregar uma nova perspectiva ao negócio, à marca e ao produto do cliente.


Há alguns anos, assisti a uma aula ministrada pela Fabiana Andreoli, atual Global Brand Manager na Natura, que abriu minha cabeça sobre o que um cliente espera de uma agência. Tenho um PDF dessa aula até hoje, salvo em uma pasta no Google Drive que chamo de Planning Toolkit. O que ela disse nessa aula foi o seguinte: “Como cliente, eu espero que a agência me ajude a estourar a própria bolha.” Isso porque, na visão dela, como cliente, ela passa 90% do tempo discutindo questões da marca, do produto e da categoria, e apenas 10% se abastecendo de outras informações.


Enquanto os clientes estão profundamente imersos em suas marcas, produtos e na categoria em que atuam, as agências, por outro lado, têm uma visão mais ampla, pois se relacionam com outras marcas, categorias, consumidores e culturas. Isso naturalmente possibilita que as agências enxerguem um horizonte mais amplo de possibilidades — algo que muitas vezes os clientes não conseguem perceber no dia a dia, pois estão envolvidos em inúmeras outras atividades relacionadas ao negócio.


Então, como uma agência pode ajudar os clientes a estourarem a própria bolha?

De acordo com a Fabiana Andreoli, existem algumas formas de fazer isso:


  • Entender o problema;

  • Trazer um novo ponto de vista;

  • Contribuir com a estratégia da marca de forma construtiva;

  • Trazer referências, novos jeitos de fazer;

  • Construir estratégias criativas eficazes.


Para cada um desses tópicos, existe uma oportunidade para as agências agregarem o seu ponto de vista. E é exatamente isso que os clientes esperam que façamos.


Se você quiser saber mais sobre o que os clientes querem e como os estrategistas podem ajudar, Julian Cole possui um excelente documento sobre o assunto. Clicando aqui, você acessa uma versão do documento em inglês, e clicando aqui, uma versão traduzida para o português. Os conselhos são bastante úteis. Vale a pena dar uma olhada.

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