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  • 14 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

Aqui estão alguns recortes espalhados pela minha mesa de trabalho. São palavras, frases, figuras e outras coisas interessantes que você pode encontrar em revistas ou jornais. Eu achei que seria útil manter um pequeno estoque disso, para agilizar os próximos trabalhos criativos: zines, colagens, desenhos, escrita. Basicamente, as coisas que me divirto fazendo.


O Austin Kleon chama esse estoque de material. Ele compartilha muitas fotos sobre isso no Instagram. Vale a pena dar uma olhadinha para se inspirar.


Para mim, o material funciona como um suporte para novas ideias, uma vez que eu não preciso começar do zero; posso simplesmente encaixar uma coisa na outra e ver o que acontece. E essa é a parte mais legal.


Além disso, fazer uma lista de títulos, escrever linhas de substantivos, pode ser um outro tipo de material para novas ideias. Ray Bradbury explica isso no seu livro Zen e a arte da escrita:


"[...] comecei a fazer listas de títulos, a escrever linhas de substantivos. Essas listas eram provocações que finalmente fizeram com que o melhor de mim irrompesse. Pressentia o meu caminho na direção de alguma coisa mais honesta, escondida no alçapão no topo do meu cérebro", afirma. "A lista era mais ou menos assim: 'O lago. A noite. Os grilos. O desfiladeiro. O sótão. O porão. O alçapão. O bebê. A multidão. O trem noturno. O farol. A ceifadeira. O carnaval. O carrossel. O anão. O labirinto do espelho. O esqueleto'."


Essas listas, o ajudaram a escrever suas próprias histórias. Por isso, ele incentiva outros escritores a fazê-las: "se você é escritor ou deseja ser um, listas semelhantes, extraídas do lado reprimido do seu cérebro, podem muito bem ajudá-lo a descobrir a si mesmo, ainda que você se perca por aí para finalmente se encontrar."

  • 12 de jun. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 20 de dez. de 2021


Esta é uma das passagens mais bonitas do livro Cartas a um Jovem Poeta do escritor Rainer Maria Rilke. E é difícil dizer isso, pois tudo que foi escrito neste livro é de uma beleza singular. "Como poucos escritores, Rilke soube fazer da correspondência com diversos interlocutores, à qual dedicava muitas e muitas horas, um exercício de reflexão e mesmo de criação poética", escreveu Pedro Süssekind.


Quando Rilke escreve sobre o amor pelas próprias perguntas, lembro-me daquilo que a ilustradora e designer Meghan Doherty disse: "Perguntas são parte essencial de qualquer conversa, em especial com alguém que você está tentando conhecer melhor."


Então, para conhecer melhor a si mesmo, viva agora as próprias perguntas e as ame profundamente.

  • 8 de jun. de 2020
  • 1 min de leitura

Aqui está a capa do meu novo diário. Achei essa foto do Einstein perdida, em uma edição antiga da revista Meio & Mensagem. Então, pensei com os meus botões, que ela poderia ser aproveitada de uma forma melhor. Como? Na capa do meu diário. Inspirando-me a escrever minhas ideias no papel. Um pouco de percepção e realidade. E imaginação, é claro!


“Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada [...] Precisamos tomar cuidado para não fazer de nosso intelecto o nosso deus. Ele tem músculos poderosos, mas não tem nenhuma personalidade [...] Realidade é meramente uma ilusão, embora bastante persistente [...] A imaginação é mais importante do que o conhecimento [...] Um pessoa só começa a viver quando consegue viver fora de si mesma.”

Albert Einstein

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