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  • 23 de out. de 2022
  • 1 min de leitura

A melhor ideia vence. Ouvi isso ontem enquanto assistia a nova minissérie da Netflix “Som na Faixa (The Playlist)”, que conta a história de uma das maiores plataformas de streaming de músicas do mundo: o Spotify.


Parece um bom princípio para reuniões de brainstorming. Então colei uma nota no meu quadro de avisos e inspirações. Veja a imagem abaixo:

Eu também compartilhei essa foto nos meus stories do Instagram ontem e então um amigo me mandou uma mensagem dizendo que discordava muito dessa frase, alegando que ela é muito meritocrata e que nem sempre as coisas funcionam assim, pois há muitos fatores adjuntos.


Então eu respondi pra ele o que eu havia interpretado quando a escutei:


Essa frase é bem aberta na real e, dependendo do contexto, vai ter diferentes interpretações. Acho que, no contexto da minissérie, eles estavam tentando dizer: cara, se alguém do grupo teve uma ideia melhor que a sua para resolver o problema em questão, então deveríamos abrir mão do nosso ego e seguir com a melhor ideia. Talvez a frase poderia ser: a melhor ideia, para resolver o problema que temos aqui, vence.


A conversa terminou aqui e não falamos mais nada. Já era tarde da noite também.


Essa conversa me fez pensar que o lado mais legal de compartilhar qualquer coisa na internet é que você sempre pode aprender com a comunidade e evoluir o seu próprio jeito de pensar sobre algo.

  • 13 de out. de 2022
  • 1 min de leitura

Uma vez ouvi o professor, escritor e filósofo Mario Sergio Cortella dizer que “algumas pessoas são capazes de tecer maravilhas”. Eu concordo. E acho que a escritora Matilde Campilho consegue fazer isso muito bem em seus livros. Veja a imagem abaixo, onde trago um pequeno recorte do poema, NOTÍCIAS ESCREVINHADAS NA BEIRA DA ESTRADA, do livro Jóquei:


No fim, também não sei se Amelia viu rostos incríveis nas estrelas, mas eu os tenho visto praticamente todos os dias pela tela de um computador. E, se a raça humana e toda brilho, então deixe-me aumentar o brilho da tela.




Imagem de @newhappyco


Na semana passada meu chefe compartilhou comigo essa excelente entrevista que a Adlatina Group realizou com o CSO da Gut Buenos Aires, Javier Quintero. Eu me identifiquei bastante com várias coisas, mas, em especial, com uma das suas respostas quando lhe foi perguntado sobre os desafios da gestão estratégica nos dias de hoje. Aqui está o que ele disse:


"Os desafios que as marcas enfrentam hoje exigem vários conhecimentos, habilidades e dinâmicas diferentes. A parte mais divertida e complexa de trabalhar em estratégia, eu acho, tem a ver com a mesma coisa. Trabalhar com perfis híbridos, em processos de trabalho não lineares em que a metodologia é muitas vezes descoberta à medida que avança: esse é um dos maiores desafios da função (...)"


Bem, comigo muitas vezes é assim: descubro a melhor forma de realizar o trabalho na medida em que começo a fazê-lo. É no ato de fazer que vou encontrando padrões, significados e isso me permite identificar a melhor metodologia.


Lendo a entrevista ficou claro pra mim que a metodologia é descoberta, muitas vezes, na medida em que se avança, especialmente quando se trabalha com uma equipe de profissionais híbridos. E isso me deu até um certo alívio. Ufa!


Acho que, como estrategistas, precisamos conhecer diferentes metodologias e ampliar nosso repertório. E não é difícil fazer isso, pois atualmente temos inúmeras metodologias disponíveis no mercado. Por exemplo, você pode pesquisar no Google por "Design Kit" e conferir os métodos e processos de design da IDEO. Você pode também acessar a Untools e aproveitar a coleção de ferramentas e estruturas de pensamento para ajudá-lo a resolver problemas, tomar decisões e entender sistemas. Enfim, há muita coisa boa por aí.


Gosto do que Rodrigo Dorfman escreveu em um artigo para o Propmark: "metodologia não é aquela tia chata que entra para acabar com a festinha das crianças no play. Ao contrário, ela arruma o play para as crianças brincarem ainda mais".


Ao ampliar nosso repertório sobre diferentes metodologias, tornamos nossa caixa de ferramenta mais robusta e podemos escolher a ferramenta certa para realizar o trabalho. É aí então que a diversão acontece.

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