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  • 22 de out. de 2023
  • 1 min de leitura

Agora que terminei de limpar algumas coisas aqui em casa e já levei a Lolla para passear três vezes, posso me sentar e tentar escrever.

Meu Deus, como eu gostaria de escrever mais, porém sempre há algo mais urgente para fazer.

Sempre tem um trabalho na pauta.

Sempre tem outro compromisso.

Steven Pressfield chamaria isso de Resistência.


"A Resistência é a força mais tóxica do planeta. Causa mais infelicidade que a pobreza, a doença, a disfunção erétil. Ceder à Resistência deforma o espírito. Ela nos paralisa, faz de nós menos do que somos e do que nascemos para ser."


É assim que eu me sinto: paralisado. Então, busco energia para fazer o que precisa ser feito, mas a sensação de coisas a fazer é infinita.

Meu vizinho disse esses dias para mim: "Mas você só trabalha".

Eu respondi que gosto do trabalho e consigo conciliá-lo com as outras tarefas.

Porém, a verdade é que estou definitivamente tentando equilibrar os pratinhos.

Estou tentando ser uma pessoa de performance ao mesmo tempo em que construo relacionamentos com as pessoas ao meu redor.

Não é fácil.

Além disso, o dia hoje foi bem estranho.

Consegui fazer algumas coisas que tinha que fazer.

Tentei realizar outras tarefas que precisava fazer, mas não consegui.

A Lolla machucou a patinha em um dos nossos passeios (mas agora ela já está bem).

E o Inter venceu o Santos por 7 x 1.

São muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Acho que não preciso dizer mais nada. Estou lutando contra a Resistência. Nos vemos em breve.

  • 3 de out. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 3 de out. de 2023


“Become an ad nerd. Scientists study the history of science. Mathematicians study the history of math. Cinematographers study the history of cinema. Ad people must study the history of advertising if they want to be great at it.” — Fernando Ribeiro, CSO da GUT


Eu adorei essa quote do Fernando Ribeiro, CSO da Gut, que encontrei nessa excelente entrevista que ele deu para a Contagious. Como Publicitário também acredito que devemos estudar a história da publicidade para sermos ótimos em nossa profissão. Há muita coisa boa para aprender com o passado, com os grandes nomes da indústria publicitária.


É claro que muita coisa mudou nesses últimos anos, mas na minha opinião é sempre interessante entender como as coisas funcionavam antes de nós e porque elas são como são hoje em dia.


“A maioria das indústrias criativas aprende com sua história - por que a publicidade não?” – Richard Shotton


Essa é uma excelente questão.


Há algum tempo, em uma conversa com o pessoal da agência, uma colega afirmou que evitava consumir conteúdos sobre publicidade fora do horário de trabalho. Bem, de certa forma, eu a entendo. Nossas semanas são mentalmente desgastantes e, quando chega sexta-feira, tudo o que queremos é abrir uma cerveja e relaxar. Por outro lado, não consigo parar de pensar em como isso afeta a publicidade que fazemos.


Acho que é necessário ter um interesse genuíno por publicidade para criar uma boa publicidade para os clientes. Como você sabe o que funciona e o que não funciona na publicidade, se você não pesquisa o que outras marcas e agências estão fazendo?


“Os psiquiatras dizem que todo mundo deveria ter um hobby. O hobby que eu recomendo é a publicidade. Escolha um tema sobre o qual sua agência saiba muito pouco e torne-se uma autoridade nele.”


Talvez você não precise ser tão radical como David Ogilvy, mas acredito que seja necessário aprender a gostar de publicidade para fazer uma publicidade que as pessoas não fiquem irritadas depois de vê-la. Caso contrário, talvez você devesse considerar fazer outra coisa


Tudo que eu sei é que as pessoas em geral já não gostam de publicidade. Imagine o que elas pensam quando são interrompidas por uma publicidade ruim. Ninguém merece!


Por isso, fica aqui o meu convite:

Torne-se um ad nerd.

Estude a história da publicidade e como ela funciona.

E talvez, em algum momento da sua carreira, você tenha o êxito de criar uma publicidade que as pessoas gostem, uma publicidade que entre para a cultura popular.


Até lá, seguimos estudando.

  • 16 de set. de 2023
  • 1 min de leitura

Há dois dias atrás, descobri que existe um recurso chamado Emoji Kitchen, no qual você digita no Google e ele permite que você misture emojis.

Então, fiquei pensando: e se escrevêssemos briefs criativos com combinações de emojis?

Abaixo estão alguns exemplos que pensei.

Brief Criativo 01: Criativos, mostrem que ouvir música faz bem.

Brief Criativo 02: Criativos, mostrem que as pessoas se sentem mais fortes quando tomam café.

Brief Criativo 03: Criativos, mostrem que até mesmo os robôs se apaixonam.

Embora esses exemplos que pensei pareçam bobos, eles são muito simples. É uma linha. É um emoji. E então você deixa os criativos brilharem com suas ideias.

Gosto muito do que o Anselmo Ramos, fundador da Gut, escreveu sobre o que é um great brief. Ele disse: "What’s a great brief? It’s simple. It’s inspiring. It’s always on. It’s just one line. About the brand. About the product. Or a product benefit. It’s impossible to forget. It will haunt the creatives forever. That’s why it’s so hard to write a great brief."

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