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  • 15 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura


Ontem fui ao meu segundo jogo no Beira-Rio deste ano de 2024.

Inter contra o Brasil de Pelotas.

O primeiro tinha sido contra o Caxias.

Em ambos os jogos, o Inter venceu.

Desta vez, agora contra o Brasil de Pelotas, o Inter venceu por 3 x 1.

Um gol contra, no início do primeiro tempo, de Gabriel Bitencourt Da Silva do Brasil de Pelotas.

Um gol de Enner Valencia aos 17 minutos do primeiro tempo.

Um gol de Lucas Alario aos 37 minutos do primeiro tempo.

E, depois, no finalzinho do segundo tempo, um gol de Márcio Rodrigues Velasco do Brasil de Pelotas.

Com a vitória de ontem, o Inter assumiu a primeira posição do campeonato gaúcho novamente.

O próximo jogo do Inter em casa será contra o Grêmio, e eu quero estar no Beira-Rio mais uma vez.

O Inter tem tido um bom desempenho dentro de casa, e apesar de o próximo jogo ser um GreNal, estou bem confiante.

Ganhar um Gauchão pode ser um passo importante para inspirar os jogadores a buscarem títulos maiores este ano.

Nós, torcedores, queremos isso. Queremos acreditar que é possível.

Vamos, Inter!

  • 13 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura


Ontem à noite, fui ao cinema com a Gabi. Assistimos ao filme Todos Menos Você - uma boa comédia romântica estrelada por Sydney Sweeney e Glen Powell. Porém, o que gostaria de contar aqui é que aconteceu uma coisa muito engraçada conosco: o rapaz da bilheteria do GNC Cinemas nos vendeu ingressos para o filme errado. Nós não conferimos o bilhete. Simplesmente saímos da bilheteria, compramos nossa pipoca e entramos na sala 3. Assistimos a todos os trailers enquanto comíamos nossa pipoca, e só quando o filme começou, percebemos que estávamos na sala errada. Confesso que eu até pensei em ficar na sala errada, mas o filme era de terror e tanto eu quanto a Gabi odiamos filmes de terror. Na verdade, nós morremos de medo. Então decidimos que era melhor sair. Descemos as escadas lentamente, enquanto provavelmente todo mundo da sala olhava para nós, e fomos em direção à bilheteria. Depois de conversar com o rapaz da bilheteria e provavelmente seu chefe, que estava junto no local, conseguimos entrar na sala 5, que era onde deveríamos estar. Se você está se perguntando se perdemos o início do nosso filme, sim, nós perdemos. Eu fiquei um pouco bravo com isso, mas depois passou, porque tanto eu quanto a Gabi demos boas risadas com as cenas de Bea, interpretada por Sydney Sweeney, e Ben, interpretado por Glen Powell.


Antes de ir, fique com esta imagem da mão de Bea na bunda do Ben.


  • 12 de fev. de 2024
  • 2 min de leitura


Sim, a nossa relação com o dinheiro está mudando.

Quando foi a última vez que você usou dinheiro físico?


Em novembro de 2022, eu já tinha me feito essa pergunta. Mas, olhando para isso agora, me senti até um pouco atrasado em levantar essa questão.


O fato é que o dinheiro em papel está se tornando cada vez menos comum com a digitalização das transações financeiras. Um artigo de 2021 da Retail Insider afirma que é esperado que os pagamentos em dinheiro nas lojas quase desapareçam até 2024 no Canadá. Porém, no Brasil, esse cenário é um pouco diferente. Segundo uma matéria do Valor Econômico, o dinheiro físico ainda continua em alta no país.


Embora a nossa relação com o dinheiro esteja mudando, é importante perceber que essa mudança não acontece na mesma velocidade para todos. Algumas pessoas ainda usam bastante o dinheiro físico.


Eu, por outro lado, realizo praticamente todas as minhas compras com minha carteira digital. Eu nem possuo mais uma carteira física. Esta é a verdade. No entanto, sem querer parecer arrogante — longe disso —, reconheço que faço parte de uma bolha da classe média alta. Para as pessoas desta minha bolha, usar dinheiro em espécie tornou-se tão vintage quanto ouvir músicas em discos de vinil. Contudo, isso não significa que ouvir músicas em discos de vinil seja algo ruim. O mesmo se aplica ao dinheiro em papel. O problema é que, nos dias de hoje, tanto os discos quanto as cédulas não são nada práticos. É muito mais simples aproximar o celular ou o cartão para pagar, assim como é muito mais cômodo abrir o Spotify e dar um play na música que você deseja escutar. Pelo menos é o que acontece para mim, mas suspeito que muitas outras pessoas compartilhem dessa opinião.


Não à toa, na minha pesquisa mais recente de Social Listening, realizada para um trabalho de Saque e Pague, percebi que até mesmo as pessoas que ainda utilizam dinheiro físico estão tentando descobrir como podem converter seus recursos em dinheiro digital.





Ao mesmo tempo, apesar dos avanços tecnológicos, o dinheiro físico continua desempenhando um papel essencial no cotidiano das pessoas, ajudando-as a:

1. pagar pelo transporte



2. ter poder de barganha



3. suprir a falta de outro meio de pagamento



Você não faz ideia de como eu ri com um tweet de um rapaz que ficou preso em uma padaria por não conseguir pagar a conta, criticando a confiança cega em bancos digitais e o hábito de andar sem dinheiro físico. Veja abaixo o tweet:



Além disso tudo, Nath Finanças, influenciadora de finanças, investimentos e empreendedorismo, também escreveu um tweet sobre a importância de sempre andar com um pouco de dinheiro físico.



Isso é mais do que um tweet; é um bom conselho de utilidade pública.


Use você dinheiro físico ou não, uma coisa é certa: nossa relação com o dinheiro está mudando.


Como as mudanças não param, vamos aguardar para ver quanto tempo ainda o ciclo de vida do dinheiro físico durará. Talvez acabe logo, talvez dure mais alguns bons anos, ou talvez funcione de maneira híbrida, assim como as mídias tradicionais e os meios digitais. Eu não sei. Vamos esperar para ver.

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