top of page
  • 19 de ago. de 2024
  • 1 min de leitura

Na sexta-feira passada, dia 16 de agosto, foi meu primeiro dia de trabalho após quinze dias de férias.

Esses quinze dias pareceram muito mais longos para algumas pessoas e, de certa forma, até pra mim nos últimos dias.

Mas tudo isso é apenas uma percepção equivocada.

Quinze dias é um bom tempo de férias.

Tirar trinta dias de férias só vale a pena se você for fazer uma grande viagem.

Nós fizemos uma viagem, Gabi e eu, nesse período, mas foi uma viagem curta. Ainda estou escrevendo sobre isso.

Enfim.


Como não precisei ir presencialmente ao escritório na sexta-feira, trabalhei de casa mesmo.

Lolla passou a manhã toda deitada em sua caminha. Havia um sol maravilhoso entrando pela janela do quarto enquanto eu checava meus e-mails na caixa de entrada.


À tarde, comecei a trabalhar em uma pesquisa sobre a comunicação de campanhas de universidades, como PUCRS, FGV, Unisinos, FAAP, Feevale, Atitus Educação, etc.


Depois do trabalho, à noite, fui à academia. Treinei bíceps e tríceps nesse dia. Depois, corri 3,41 km na esteira e voltei para casa.


Aqui está um registro do amanhecer em Passo Fundo.

Fiz este registro diretamente do quarto do San Silvestre Hotel, onde fiquei hospedado, no centro da cidade.


O hotel em si não era uma grande maravilha, por assim dizer, embora estivesse classificado como um hotel 4 estrelas. Porém, a cama era ok e tinha café da manhã. Então, tudo certo. O importante foi que o hotel serviu ao seu propósito: permitir que eu descansasse por uma noite depois de uma viagem de aproximadamente 6 horas, de Porto Alegre a Passo Fundo.


Todo esse tempo de viagem? Sim, nós fomos de van.


Além disso, as estradas no Rio Grande do Sul ainda não estão 100% devido aos estragos das enchentes que ocorreram no mês de maio.


Dito isso, eu adoro como o sol toca o prédio.

Também adoro o degradê do céu ao fundo na imagem.


Na manhã seguinte à nossa chegada ao hotel, passamos o dia em reunião com o time de marketing da Atitus Educação, discutindo os acertos e erros da última campanha e planejando o que devemos fazer na próxima grande campanha da marca.


No final do dia, voltamos para Porto Alegre.

E, no dia seguinte, entrei de férias.

Estou de férias até 15 de agosto. E é maravilhoso estar de férias.

Adorei a entrevista que a DJ Anna concedeu ao Flow Podcast em junho.

Também adorei o mini documentário que ela publicou no seu canal no YouTube, contando o percurso transformador que inspirou a criação do seu álbum 'Intentions', lançado em 2023.



“A DJ ANNA tem sua sensibilidade para a música, aplica no gênero eletrônica, em sua maioria, mas sabe a influência espiritual e de cura que as frequências sonoras têm na vida das pessoas.”


Segundo um artigo da DJ Mag, o álbum foi gravado no Anaweh Studio da DJ Anna e apresenta uma paisagem sonora melódica e expansiva que faz referência direta às técnicas de sound healing.


O jornal O Globo descreveu o sound healing como uma espécie de meditação sonora, uma vez que se apropria de instrumentos como gongo, tambor oceânico, tubo de trovões e tigelas tibetanas.


Agora quero comprar todos esses instrumentos para praticar sound healing em casa.


Pesquisando mais sobre isso, descobri que Lavender Suarez escreveu 'Transcendent Waves: How Listening Shapes Our Creative Lives', um workbook que explora como a prática da escuta atenta pode transformar nossa autoconsciência, atenção plena e criatividade.


Confesso que fiquei muito curioso para ler esse livro e já o adicionei à minha lista de compras.


Essa ideia de olhar para a música e para os sons de maneira geral como uma potência de cura me atrai bastante.

Acredito verdadeiramente que a música tem uma capacidade de cura na vida das pessoas.

Um play numa música boa transforma um dia ruim num dia bom, ou pelo menos um pouco melhor.


Os sons são capazes de mudar os nossos sentimentos.

Eles nos fazem sentir alegres, tristes, motivados, reflexivos, entre outras coisas.

Eles agem de uma maneira única em cada um de nós.


Um tempo atrás, escrevi algo que ainda acho interessante: uma vida sem música é uma vida sem vida.


Eu acredito muito no poder da música.

E a DJ Anna também.


Neste artigo da Universal Music Brasil, a DJ Anna disse:


“Sou um condutor na criação desse álbum. Observei sua formação, como as energias, os insumos e as pessoas certas o enriqueceram para gerar mais texturas e significado. Mas ‘Intentions’ tem sua própria aura, sua própria vontade de se expressar no mundo. Incluindo como você — sim, você — o recebe de forma única,”


Cada criação é um fragmento das intenções que lançamos ao mundo.

Isso se aplica a nós e às marcas com as quais trabalhamos.

bottom of page