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  • 28 de set. de 2020
  • 1 min de leitura

Esse tem sido um ano surreal para todo mundo. Mas nem vou entrar em detalhes, porque você já sabe disso. Prefiro acreditar que 2020 ainda é um bom ano.


Ontem à tarde, fiz uma lista com os meus DJs favoritos para uma dose feliz de escapismo (TOP 10). Se você gosta de música eletrônica, isso pode ser um pote de ouro.


Além disso, tenho adorado ouvir jazz e bossa nova. Minhas manhãs e finais de tarde tornaram-se mais agradáveis depois que descobri o Cafe Music BGM channel. É sério! Eles também estão no Spotify, se você preferir.


No fim das contas, o que eu quero dizer é que a música pode mudar tudo: seu humor, sua vibe e, até mesmo, o seu dia. Escute-a com ouvidos e alma. Dance um pouquinho enquanto trabalha (eu adorava fazer isso no escritório, parecia um maluco). Você vai se sentir bem. E o seu corpo vai se sentir vivo.



Esse foi o conselho que dei a mim mesmo, ontem de manhã. Enquanto escutava a música "U" do Avoure. É impressionante como uma música é capaz de despertar coisas boas na gente. Sempre falo sobre isso com o meu melhor amigo, quando compartilhamos músicas, um com o outro. E a música do Avoure despertou esse sentimento em mim: trabalhar mais com o coração e menos com a cabeça. Em outras palavras, fazer algo com amor. Colocar você no seu trabalho. Sua alma. Suas experiências. Para, então, dividir com o outro. E afetá-lo. Isso é o que eu penso. Tanto para os profissionais (que são pessoas) como para as marcas (que são feitas por pessoas).


Nós somos seres humanos. Temos emoções e portanto queremos nos emocionar. Dessa forma, o trabalho faz sentido. Quando eu me emociono com aquilo que fiz e você se emociona com aquilo que recebeu de mim. Porque, agora, há um pouco de mim em você. Como dois amigos que compartilham suas alegrias, quando escutam uma canção.


  • 4 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

Aqui está um trecho da canção Enquanto Houver Sol do Titãs, que vale a pena roubar. No sentido de pegar para si. Apropriar-se. Foi pensando nisso que fiz essa foto e compartilhei no Instagram. Para que outras pessoas roubassem essa ideia também. Além disso, havia um sol tão lindo entrando pela janela do quarto e invadindo toda a casa. Quando a música soou no meu fone de ouvido, me fez cócegas nas orelhas. Foi um sentimento bom. Verdadeiro. E algo que é verdadeiro merece ser dividido.


Hoje, eu me peguei pensando: qual seria a melhor maneira de fazer um caminho, se não for caminhando por ele? É possível fazê-lo de outra forma? A verdade é que eu não sei a resposta para estas perguntas. Tenho muitas dúvidas, inclusive. E sinto que há inúmeros caminhos que preciso explorar. Entre tantos questionamentos, algo me diz que você também deve se sentir assim. Sem resposta para tais perguntas, sem saber como fazer o caminho ou qual tomar. E está tudo bem. Ou melhor, vai ficar tudo bem! Vamos avançando aos pouquinhos. Passo a passo. Devagar, porém de modo contínuo.


Como escreveu o poeta espanhol Antonio Machado, de forma até muito similar com o que vimos na canção do Titãs no início do texto: “caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao caminhar." Assim, seguimos adiante. Sem medo do desconhecido.


A única coisa que nós (você e eu) devemos ter medo é daquilo que Augusto Cury escreveu no seu livro Vendedor de sonhos: "Não tenha medo do caminho, tenha medo de não caminhar!" Ok? Ok.


Eu gosto de pensar que o caminho é um processo que se constrói a cada passo. Pegada por pegada. Como fazem as formiguinhas quando carregam as folhas para dentro do seu ninho.

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