
"Devemos amar as pessoas como o Sol ama a Terra. O Sol não escolhe amar a Terra. Ele nutre árvores e flores sem esperar nada em troca. Ele não economiza seus raios, iluminando tudo com sua presença." – Haemin Sunim

"Devemos amar as pessoas como o Sol ama a Terra. O Sol não escolhe amar a Terra. Ele nutre árvores e flores sem esperar nada em troca. Ele não economiza seus raios, iluminando tudo com sua presença." – Haemin Sunim
Atualizado: 20 de dez. de 2021

Esta é uma das passagens mais bonitas do livro Cartas a um Jovem Poeta do escritor Rainer Maria Rilke. E é difícil dizer isso, pois tudo que foi escrito neste livro é de uma beleza singular. "Como poucos escritores, Rilke soube fazer da correspondência com diversos interlocutores, à qual dedicava muitas e muitas horas, um exercício de reflexão e mesmo de criação poética", escreveu Pedro Süssekind.
Quando Rilke escreve sobre o amor pelas próprias perguntas, lembro-me daquilo que a ilustradora e designer Meghan Doherty disse: "Perguntas são parte essencial de qualquer conversa, em especial com alguém que você está tentando conhecer melhor."
Então, para conhecer melhor a si mesmo, viva agora as próprias perguntas e as ame profundamente.

Esse foi o conselho que dei a mim mesmo, ontem de manhã. Enquanto escutava a música "U" do Avoure. É impressionante como uma música é capaz de despertar coisas boas na gente. Sempre falo sobre isso com o meu melhor amigo, quando compartilhamos músicas, um com o outro. E a música do Avoure despertou esse sentimento em mim: trabalhar mais com o coração e menos com a cabeça. Em outras palavras, fazer algo com amor. Colocar você no seu trabalho. Sua alma. Suas experiências. Para, então, dividir com o outro. E afetá-lo. Isso é o que eu penso. Tanto para os profissionais (que são pessoas) como para as marcas (que são feitas por pessoas).
Nós somos seres humanos. Temos emoções e portanto queremos nos emocionar. Dessa forma, o trabalho faz sentido. Quando eu me emociono com aquilo que fiz e você se emociona com aquilo que recebeu de mim. Porque, agora, há um pouco de mim em você. Como dois amigos que compartilham suas alegrias, quando escutam uma canção.